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Introdução: Os desafios imediatos de Ancelotti no comando alvinegro
Com menos de dez jogos no comando do Botafogo, Davide Ancelotti já enfrenta questionamentos legítimos da torcida. Apesar do crédito inicial, três pontos críticos exigem esclarecimentos urgentes para evitar desgaste desnecessário.
Problema na pressão: reposição de bola fácil para adversários
Um padrão preocupante surge nos jogos: goleiros rivais conseguem reiniciar as jogadas sem pressão efetiva. Contra o Palmeiras, essa falha se repetiu, permitindo que o adversário se reorganizasse rapidamente – detalhe que pode custar pontos preciosos.
O mistério Mastriani: investimento parado no banco
Decisão técnica ou estratégia de longo prazo?
O caso do atacante Mastriani virou quebra-cabeça. Enquanto o clube mantém um elenco caro, o jogador permanece como figurante. Na derrota para o Palmeiras, Ancelotti preferiu improvisar Joaquin Corrêa na ponta, deixando o centroavante especializado no banco.

Falta de conexão entre setores em campo
O último ponto crítico envolve a desarticulação tática. Setores do time atuam com distâncias excessivas, dificultando transições e marcando passes. Essa desconexão estrutural exige ajustes imediatos para evitar novos tropeços na reta final do campeonato.
O relógio corre contra o comandante
Embora o projeto seja recente, o Botafogo não tem margem para erros em sua busca por títulos. A torcida aguarda respostas concretas – seja nas coletivas ou, principalmente, dentro das quatro linhas.