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Introdução: Emoção nos bastidores do título
Vítor Silva, fotógrafo oficial do Botafogo desde 2013, descreve com detalhes vívidos a experiência única de registrar a conquista da Libertadores 2025. Em entrevista exclusiva, ele revela como a emoção transcendeu a profissão durante a decisão contra o Atlético-MG.
O segundo tempo entre lágrimas
Com 24 anos de carreira, o profissional confessa nunca ter vivido situação comparável: “Editei imagens chorando de gratidão enquanto o time defendia a vantagem. Algo em meu peito dizia que a taça seria nossa”. A rapidez do jogo na percepção do fotógrafo contrastava com a ansiedade da torcida alvinegra.
Legado nas paredes do estádio
Suas fotos históricas hoje decoram o Estádio Nilton Santos, criando conexão emocional com o público. O momento de revelar esse legado à filha marcou sua trajetória: “Ela congelou ao entender que as imagens que admirava eram trabalho do pai. A fotografia eterniza nossa essência”.
Autorretrato involuntário na taça
Entre os registros icônicos, destaca-se a imagem do capitão Marlon Freitas beijando o troféu, onde o reflexo de Vítor na taça o insere simbolicamente na cena: “Raramente apareço nas fotos, mas ali estou fundido à história do clube. Dia inigualável em 12 anos de Botafogo”.
Emoções além da Libertadores
O profissional compara a intensidade do título continental com outros marcos alvinegros: “Chorei igual na ascensão da Série B, quando o clube renascia das cinzas. Cada foto é um capítulo dessa saga heroica”. Seu arquivo visual tornou-se narrativa oficial da reconstrução botafoguense.