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Introdução
O Governo do Rio anunciou e revogou em 48 horas a venda do Estádio Caio Martins, histórico patrimônio do Botafogo, após intensa mobilização de parlamentares e torcedores.
Leilão cancelado às pressas
A Secretaria Estadual de Fazenda incluíra o estádio em um pacote de privatizações para equilibrar as contas públicas. O leilão estava marcado para 25 de julho, com lance mínimo de R$ 53 milhões.
Reação imediata na Assembleia Legislativa
– Projeto de decreto legislativo para sustar a venda
– Apelo unânime de deputados de diferentes partidos
– Argumentos sobre valor histórico e uso comunitário
Memória botafoguense em jogo
Construído em 1940, o Caio Martins foi casa do Alvinegro por 34 anos. Apesar do time ter se mudado em 1977, o estádio mantém valor simbólico para a torcida e a história do futebol carioca.
Futuro incerto do patrimônio
Especialistas alertam para riscos de:
– Especulação imobiliária na região de Niterói
– Perda de espaço para atividades esportivas comunitárias
– Danos ao patrimônio urbanístico da cidade
Cenário político e próximos passos
A retirada do estádio do leilão ocorreu horas antes da votação do decreto na ALERJ. O governo mantém outros 17 imóveis no pacote de vendas, enquanto parlamentares propõem tombamento do Caio Martins como proteção definitiva.
Fonte: NETFOGO