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Introdução: Halter fala sobre legado no Alvinegro
Em conversa franca, Lucas Halter detalhou sua passagem pelo Botafogo, destacando conquistas históricas e o processo natural de rotação no elenco. O zagueiro, emprestado ao Vitória até dezembro, reforça: “Deixo o clube com sentimento de missão cumprida”.
Decisão estratégica: da base ao título
O defensor revelou que escolheu o Glorioso em 2023 entre várias propostas, atraído pelo projeto esportivo ambicioso. “Joguei 40 partidas em 2024, participei de títulos importantes. Na reta final, entendi a rotação natural do elenco – Barboza e Bastos estavam em melhor fase”, analisou.
Mudança para o Vitória: busca por ritmo
– A Supercopa trouxe lances infelizes contra o Flamengo. Quando o Vitória apareceu, vi chance de retomar protagonismo. Aqui conquistei vaga rápida – explicou Halter, destacando o diálogo transparente com o técnico Carpini.
Diálogo com a torcida: críticas como combustível
– Nunca sofri ameaças, apenas cobranças justas. Quando errei passes, entendi a reclamação natural – afirmou. O atleta ressaltou que usa as críticas como estímulo profissional: “Se apontam erros, significa que podem esperar mais de mim”.
Ética profissional além dos gramados
Mesmo perdendo espaço para Adryelson, manteve postura exemplar: – Treinei como titular todos os dias. O técnico Artur Jorge elogiou minha dedicação nos treinos durante sua despedida. Respeito sempre as decisões técnicas.
Fonte: NETFOGO | Adaptado de Charla Podcast