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Introdução
Revelando desconforto tático, Júnior Santos analisou sua fase irregular no Atlético-MG após polêmica com torcedores, comparando seu uso no time mineiro com o modelo ofensivo que o destacou no Botafogo.
Adaptação Tática em Questão
O atacante, contratado por R$ 48 milhões, reconheceu dificuldades para reproduzir no Galo o futebol explosivo que marcou sua passagem alvinegra. “Minha especialidade é atacar espaços nas costas da defesa, algo que funcionava melhor no esquema do Fogão”, explicou o jogador.
Sequência de Jogos como Desafio
– A cobrança é justa. Dos reforços caros, fui o único sem regularidade. Preciso de ritmo para ser decisivo como antes – admitiu o camisa 9, citando o exemplo de Vitinho Roque no Palmeiras como parâmetro de superação.
Relação com Cuca em Análise
Sem criticar abertamente o técnico, Júnior Santos ponderou: “O professor me trouxe pelo que viu no passado. Entendo suas escolhas por resultados imediatos, mas meu melhor futebol exige confiança mútua”.
Autocrítica e Projeções
– Não questiono oportunidades, mas reconheço: sem sequência, perco o timing de jogo que me faz perigoso. Na última parada, estava voando nos treinos – garantiu o atacante, prometendo resposta em campo.
Fonte: NETFOGO