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Gabriel de Alba
Canal explica rompimento entre John Textor e Gabriel de Alba, da GDA: ‘Não teve traição’
Thiago Grachet, do “Glorioso Play”, diz que não houve traição de Gabriel de Alba e conta bastidores do rompimento com John Textor no Botafogo.
Thiago Grachet, do canal “Glorioso Play”, trouxe bastidores do rompimento entre John Textor e Gabriel de Alba, afirmando que o ex-controlador do Glorioso não tem motivos para falar que foi traído.
Gabriel de Alba chegou ao Botafogo por meio de Textor, com a promessa de um aporte que seria convertido em ações da SAF para a GDA Luma. Mas a situação teve uma reviravolta, e hoje ambos romperam, a ponto de o empresário norte-americano ter classificado a GDA como um “credor tóxico”.
Agora, a GDA Luma tem tudo encaminhado para se tornar a nova acionista majoritária da SAF do Botafogo, com John Textor fora do jogo.
A versão de Grachet sobre o empréstimo
Segundo Grachet, Textor procurou Gabriel de Alba para pedir um empréstimo que viraria uma participação no negócio, e depois do dinheiro emprestado deixou de atender o empresário.
– Quando o Textor fala que foi traído pelo social, pelo Gabriel de Alba, o que acontece? O Textor foi lá, bateu na porta do Gabriel de Alba e falou: “Cara, estou precisando de um empréstimo, só que não é um empréstimo, você entra comigo no negócio, vou te dar um pedaço lá das ações e, a partir disso, a gente vai tocando o negócio junto”. E aí insistiu, insistiu, insistiu, o Gabriel de Alba emprestou o dinheiro para ele depois de um tempo, e aí começou a entrar na negociação. “Bom, já que ele pegou o dinheiro emprestado comigo, preciso saber como serão os próximos passos.” Ele ligou para o Textor, que, por sua vez, depois de pegar o dinheiro, o que fez? Sumiu. Isso é inacreditável. Ele simplesmente pegou o dinheiro e sumiu – contou Grachet.
– Primeiro, ele ficou falando para as pessoas que o Gabriel de Alba era muito amigo dele, amigo de infância. Isso era mentira, tá? Não eram amigos de infância. Eles se conheciam há um tempo, eram colegas de negócios, não era um amigo de infância, como ele falava para algumas pessoas à boca miúda. Ele pegou o dinheiro com o cara e não atendeu mais o cara – continuou.
O recado de Gabriel de Alba e a aproximação com o Botafogo
Grachet afirmou que Gabriel de Alba mandou um recado dizendo querer negociar com o Botafogo, mas sem Textor, e que o dinheiro da GDA já estava no clube. Para ele, não houve traição.
– Gabriel de Alba, sabendo que o presidente João Paulo queria se aproximar da GDA, mandou um recado, pegou o telefone e: “Olha, vamos sentar e conversar. Quero negociar com o Botafogo, mas sem o Textor”. Foi uma mensagem clara do Gabriel de Alba. “Vamos conversar, vamos negociar, eu tenho interesse.” Óbvio que o dinheiro do GDA já estava no Botafogo. Então, o Gabriel de Alba, que já era credor do Botafogo, chegou: “Quero negociar com o Botafogo”.
– O fato é que não houve traição. O Botafogo não foi lá, “deixa ele chegar, deixa ele trazer o Gabriel de Alba.” O Gabriel de Alba não se aproximou do Botafogo no interesse de tirar o Textor. Não. O Textor simplesmente pegou US$ 25 milhões do cara e sumiu, não atendeu mais. Botou o dinheiro no Botafogo, o cara virou credor do Botafogo e o cara pegou o telefone e falou: “Quero negociar com o clube, mas sem o Textor”. Gente, é isso, não existiu traição nenhuma – completou.
Aporte da GDA e a disputa pelas ações
O Botafogo trabalha com a expectativa de receber o primeiro aporte da GDA na próxima semana, de US$ 25 milhões. Por sua vez, John Textor segue sustentando ser o dono de 90% da SAF do Botafogo e alegando que a Eagle/Ares não pode vender as ações para a GDA, tendo já ingressado com ações na Justiça do Brasil e dos Estados Unidos.
Por Redação NETFOGO · Como esta matéria foi feita
Fonte: FogãoNET
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