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Botafogo
Marcelo Adnet conta como foi cantar na final da Libertadores e recorda título do Botafogo: ‘Um dos maiores dias da minha vida’
Humorista botafoguense, Marcelo Adnet viveu a experiência de ser cantor e fazer uma apresentação no Mâs Monumental no dia da final da Libertadores 2024…
Humorista botafoguense, Marcelo Adnet viveu a experiência de ser cantor e fazer uma apresentação no Mâs Monumental no dia da final da Libertadores 2024, vencida pelo Botafogo por 3 a 1 sobre o Atlético-MG. Em entrevista ao “Charla Podcast”, ele relembrou o dia histórico.
– Uma das maiores (experiências da vida). Porque eu, às vezes, vejo um porta-retratos, que tem um porta-retratos na sala, meio com um braço erguido, assim, cantando, e o público, né, o estádio lotado. E depois eu falei, caraca, essa parada aconteceu. É que eu não estava muito ligado na minha apresentação, eu estava ligado no jogo, na primeira final da Libertadores do Botafogo. E eu estava, é bom de você não se levar tão a sério, sabe, aí eu, eu, o que importa é o Botafogo, e antes estava rolando um papo de, “porra, por que vão chamar esse Adnet, tem Zeca Pagodinho, tem Sidney Magal, por que esse bosta? Esse bosta nem cantor é, este merda”. E aí eu fiquei, “OK, concordo, eu talvez concorde, deveria mesmo”. Só que um deles dois foi convidado, não pôde aceitar, aí me convidaram, eu fui. E aí a galera, “não, que absurdo, temos gente muito melhor para cantar e tal”. E aí, quando rolou, eu fui bem na minha função, e a galera me perdoou, “ah, não, agora eu reconheço, não, ele mandou bem, me surpreendeu” – lembrou Adnet.
Experiência
– E aí, cara, tem um negócio no campo, quando eu via o Belo e Alcione, eu falei, “porra, as pessoas não entendem o que acontece”. Você tem um ponto no teu ouvido, tocando a base da música aqui, quando você treina, não tem ninguém no estádio, está vazio, aí você ouve tudo direitinho. Quando entra a torcida, o teu ponto vai para o cacete, você não escuta a base da música e você não sabe onde a música está – explicou.
Adnet guarda apenas recordações positivas do 30 de novembro de 2024.
– Foi um dos maiores dias da minha vida, com certeza. Eu fui com dois grandes amigos de uma etapa. Aí eu cantei, saí felizaço. Pô, foi ótimo. A torcida do Botafogo cheia, lotada. Não podia beber. E eu tinha no meu camarim uma garrafa de vinho. Aí eu fui rapidamente pro camarim, virei o vinho. E botei uma bermuda e aí fui. E aí vi meus dois amigos lá. Caraca, tô chegando aí. Atrás do banco de reservas. Tô indo, tô chegando aí. E o que que houve? O quê? Cartão. Vermelho. Acabou. Aí eu olhei pra eles. “Cara, fodeu. Acabou o jogo”. Acabou o jogo, expulso aos 40 segundos. Aí eu falei, eu sou muito pé-frio. Aí vão falar, “esse merda, tá vendo? Tinha que ser o Zeca Pagodinho. Foram trazer esse merda, agora perdeu, porra”. E foi incrível. A gente ainda entrou no campo depois para comemorar, porque eu tinha credencial – completou.
Por Redação NETFOGO · Como esta matéria foi feita
Fonte: FogãoNET
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Marcelo Adnet conta como foi cantar na final da Libertadores e recorda título do Botafogo: ‘Um dos maiores dias da minha vida’