Botafogo: presidente e vice podem ter bens executados

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Botafogo: presidente e vice podem ter bens executados

O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, e o vice-presidente, André Silva, podem ser intimados e ter seus bens executados por conta da dívida…

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O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, e o vice-presidente, André Silva, podem ser intimados e ter seus bens executados por conta da dívida de R$ 540 milhões do clube no PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), informou o jornalista Bernardo Gentile.

O Perse é um programa de refinanciamento das dívidas tributárias junto à União, que o clube decidiu sair no final de abril por não ter condições de pagar a parcela de pouco mais de R$ 4 milhões, já em meio ao caos financeiro provocado com o colapso da Eagle Football, de John Textor.

Segundo o acordo de acionistas, o responsável por fazer os pagamentos era a SAF. Se a parcela não fosse paga no dia do vencimento, a dívida seria executada em sua totalidade, de uma só vez, e o Botafogo ficaria impedido de renegociar por dois anos, ficando sujeito a penhoras.

Consequências

Na ocasião, o Botafogo achou melhor sair do Perse para ganhar tempo com a chegada de um novo investidor, não sofrer a penalidade e poder negociar o pagamento de outra forma.

Na atual situação, o presidente João Paulo e o vice André Silva podem ser intimados e executados com bens (conta-corrente, imóveis e bens móveis) já que respondem com seus CPFs.

Que situação! Esse é o resultado da gestão Textor. Vários problemas aparecendo aos poucos!

— Bernardo Gentile 🎱 (@bernardogentile) June 27, 2026

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